sábado, 29 de outubro de 2011

Apoio à retirada das Tropas Brasileiras do Haiti

   

A presença das tropas militares brasileiras no Haiti já completou, em junho último,oito anos. Até agora não se tem um balanço profundo dos efeitos reais dessa presença militar no país mais pobre das Américas. Ao contrário, esta ocupação tem significado, na visão de muitos, a negação de princípios básicos do direito internacional público. Entre eles, o direito à soberania nacional dentro do quadro transnacional de reciprocidade e solidariedade.

A ocupação militar da Minustah, a título de promover a estabilização, converte-se em presença opressora e, portanto, espoliadora. O povo desassistido e oprimido do Haiti não precisa de tropas militares, de intervenção bélica, policiamento, mas sim de ser exonerado do ilegal e ilegítimo endividamento externo mantido para o lucro do sistema financeiro internacional especulativo. Além da dívida contemporânea, existe a dívida história: 45% da dívida externa atualmente paga pelo povo haitiano foram contraídos durante as ditaduras da família Duvalier.

A Comunidade internacional não pode, sob pena de abdicar da própria humanidade, ignorar os extremos sofrimentos dos haitianos, submetidos às exigências mutiladoras dos interesses financeiros globalizados, suportando com a fome – como demonstraram as recentes mobilizações - e o desemprego, apesar disso, o terror militarizado, onde a opressão, os tiros, as armas, a morte substituem o que deveria ser feito: efetiva solidariedade mediante apoio econômico, técnico, socioambiental e cultural para que o país possa se reconstruir, também após o avassalador terremoto de janeiro de 2010.

O Haiti carece, antes de tudo, de apoio técnico para sua agricultura, médicos para sua população, e de implantação internacional de projetos sociais de saúde, saneamento, educação e pleno emprego, que estimulem em curto prazo sua emancipação.

O Haiti é integrado por um povo especial, por ser historicamente objeto das opressões e, com sua luta, haver sido o autor de sua própria independência. Pois essa força única do povo haitiano nunca será ameaça a outros povos, mas sim elemento básico de sua emancipação, reconstrução e, portanto, partícipe da convivência internacional equitativa. O Haiti exige nosso apoio e solidariedade - é nossa responsabilidade.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Mais um vídeo...


Este é um vídeo da Carol, este é o link do blog dela, e este é meu beijo para todos. ^^

Quanto tempo PLANETA!

Buenas!


Eis que estou aqui. Escrevendo como tempos atrás. Tempo que escrevia o que estava pensando. Uma forma de compartilhar aquilo que raciocinei, com outras pessoas. Algum dia li, não sei onde, nem de quem, que é inútil pensar e guardar para si mesmo todo o conhecimento obtido. Sou um ser pensante. Uma METAMORfOSE AMbULANTE. E gosto de coisas variadas. O padrão que sigo é o meu padrão. E QUE PADRÃO HEIN... Padrão que muda, inova, e muda de novo e assim vai. Já disse, eu prefiro ser essa Metamorfose Ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo, e também dizia Raul.
 Me conformei com o fato de que sou essa coisa. E que de repente não sou mais. PENSAR. PENSAR PENSAR PENSAR. É claro que eu brinco. Da minha filosofia de vida sei que viver é brincar também.
E sei que estamos tão preocupados e tão agitados que paramos de SER e passamos a funcionar... Como uma máquina.
Mas e a vida? A felicidade? Isso não importa?
Temos sentimentos, não tem como ser a todo momento um ser ULTRA-RACIONAL!!
O fato de EU ser fora dos padrões. E de eu brincar e ser maluca não anula a minha inteligência. ;)
Um conselho: cometam a loucura de abandonar regras a respeito do que ser. Cada um é de uma maneira, não invente ser lá se tu és cá. CIERTO?!



Aliás...uma opinião particularsinha...os que mais gosto...SÃO MALUCOS.
Também não se esqueçam de que se a vida é curta, não quer dizer que não podemos aproveitá-la.
Pensemos então... a ver se não tem como ser mais gentil com a Terra e espalhar pelos cantos dela muito amor, paz, ação, e... LOUCURA.

Um beijo, té mais,
JÚLIA.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Viva o lado CAPITALISTA da vida!



"Os comunistas são monstros repugnantes que privam os direitos da sociedade!" Isso era uma frase típica de adorador capitalista norte-americano no período da Guerra Fria. Mas Socialismo, realmente reverteria na situação da população?? O_o
De acordo com as teorias do teórico Karl Marx, o socialismo só devia ser colocado no poder quando o sistema já instalado dominante se esgotasse, como no caso seria o sistema capitalista. Porém, com a miséria na Rússia czarista, o socialismo foi implantado por Vladimir Lênin logo continuado por Stálin, porém a população ainda sofreu com a pobreza, enquanto o seu Estado preocupava-se com armamento bélico a fim de superar a rivalidade norte-americana.
Porém uma dúvida: Quando o sistema capitalista irá se esgotar??
Já superou crises como a de 1929 e a mais recente de 2008, mas seu poderio não desgatou-se.
Capitalismo é uma beleza! Democracia, shopping, coca-cola, McDonalds....
Mas você considera-se capitalista???

O Fluido espumante do capitalismo


domingo, 16 de outubro de 2011

O grito dos indignados ganha força no País

As manifestações populares que se espalham pelo mundo há meses começam a ganhar força no País e traduzem  um sentimento de indignação de parcela da população brasileira. [...] Felizmente, uma parte da sociedade está acordando e protestando. [...] É importante que se diga, até o momento a parcela da população envolvida com esses atos ainda é pequena, mas há indicativos de que ela vai aumentar. Foi assim, por exemplo, na chamada Primavera Árabe como ficaram conhecidas as manifestações contra regimes autoritários no Oriente Médio. Nos EUA, se verifica o mesmo fenômeno, com um aumento gradativo da revolta. Logo, pode-se concluir que o mesmo está em gestação no Brasil. Algo muito bom se for mantido este espírito pacífico.

OPINIÃO DO ABC- ABC DOMINGO (JORNAL)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A fome/3 (O Livro dos Abraços)

Um sistema de desvínculo: Boi sozinho se lambe melhor... O próximo, o outro, não é seu irmão, nem seu amante. O outro é um competidor, um inimigo, um obstáculo a ser vencido ou uma coisa a ser usada. O sistema, que não dá de comer, tampouco dá de amar: condena muitos à fome de pão e muito mais à fome de abraços.

                                                    Eduardo Galeano

domingo, 9 de outubro de 2011